O canal oficial da Microsoft no YouTube parece ter sido hackeado nessa manhã de domingo. Todos os vídeos oficiais, incluindo recentes campanhas publicitárias, foram retirados da conta. No lugar disso tudo estavam clipes curtos solicitando anunciantes, isso não surpreende, pois o canal tem cerca de 24.000 assinantes.
Na descrição do canal dizia:
”Eu não fiz nada errado eu simplesmente entrei na minha conta que havia sido criada em 2006. :/.”
O que provavelmente aconteceu foi que esse usuário fez a conta por volta de 2006 (antes do YouTube dar nome de usuários para empresas), nesse meio tempo a conta provavelmente nunca foi usada pelo usuário. Quando a Microsoft pediu por ela, o YouTube deve ter dado sem o consentimento do mesmo. De alguma forma a pessoa que fez a conta em 2006 provavelmente conseguiu pedir a recuperação da conta, através do e-mail de recuperação, ou ele estava apto a fazer login inserindo seus próprios detalhes, seja lá como ou por qual o motivo.
Isso pode ser culpa do YouTube por ter deixado as informações de uma pessoa quando deu a conta para outra ou pode ser que a conta tenha de fato sido hackeado e tudo não se passa de uma “brincadeira”.
No entanto, parece que o Youtube já contornou a situação. Veja a imagem abaixo aonde diz “Latest Activity Feb 12, 2006″. Isso é impossível se formos levar em conta as datas que os vídeos foram inseridos, o YouTube provavelmente editou hoje o que deveria ter sido editado 5 anos atrás. A imagem no inicio do texto era como o canal tava quando foi “hackeado” mas você já pode ver que ele voltou ao normal aqui.
Isso indica um sério problema de segurança do YouTube, será que em breve teremos mais problemas como esses? Lembro que isso já aconteceu comigo e com vários amigos no Orkut, você entrava com uma conta antiga que estava associada ao seu e-mail mas era o perfil de outra pessoa, com isso você poderia se apossar daquilo sem o menor problema. Deve ter acontecido a mesma falha nesse caso do YouTube, acredito que isso seja alguma falha de segurança do Google na hora de cruzar os dados com serviços que ele adquire e, aparentemente, até hoje não isso foi solucionado.
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